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terça-feira, novembro 04, 2003

CORAGEM OU FALSIDADE?

O Prof. Sousa Franco diz que a França tem coragem porque não "aperta o cinto". Só um socialista poderia dizer isto...
Só eles são capazes de premiar quem não cumpre as suas obrigações.
ONDE É QUE JÁ OUVI ISTO???

O Prof. Sousa Franco está de volta. Voz alta, postura firme e gestos agressivos, deu um espectáculo triste em Lisboa. Triste porque mentiu. E, todos deveríamos saber que mentir é feio.
O ex-Ministro do Governo do PS, ocultou as barbaridades fiscais e a aberração da política económica socialista e, pior, esqueceu os resultados que tiveram e nem uma referência fez aos custos que ainda hoje vamos suportando.

sábado, outubro 04, 2003

OUTRA VEZ PACHECO???

Cada um tem as suas ideias. Respeito-as mesmo que discorde das mesmas. É o maior registo que a democracia nos pode oferecer.
Contudo, a persistência em termos rudes, tira a razão a cada um. Por isso, o Dr. Pacheco Pereira erra e persiste no mesmo erro.
Fica-lhe mal. E pior, aos olhos de muitos, é desde já, não uma pessoa com ideias diferentes, mas um homem que apenas sabe destabilizar.
ESTALINISTA???

O Prof. Freitas do Amaral habituou-nos a uma certa linha de rumo político. Moderado, bem educado e com uma visão interessante da sociedade portuguesa, o fundador do CDS, sempre mereceu os maiores elogios pelo seu comportamento, mesmo por aqueles que discordaram das posições assumidas pelo professor.
É por isso, com muita estranheza que vejo as suas declarações ao Expresso de hoje.
Certamente um dia de má disposição e momentos para esquecer o mais rapidamente possível. Senão, ficará ao nível caceteiro do Dr. Mário Soares. E isso, seria uma vergonha e uma humilhação suprema.
A QUEDA DE UM MINISTRO

A política não tem piedade de ninguém. Registe-se todavia, a coerência do Ministro na hora da sua demissão.
Caiu sem dó, num acto discutível mas que se encerra em si com esta demissão.
Pena é a atitude do Ministro dos Negócios Estrangeiros, que sendo um bom político, foi um mau homem e teve uma atitude mesquinha para com o seu colega.

terça-feira, setembro 30, 2003

COMO GOSTAVA DE ESTAR EM LONDRES...

Hoje gostava de estar no congresso do New Labour.
Tony Blair, Primeiro Ministro inglês e líder dos trabalhistas, irá discursar. Não será um discurso qualquer. Será um discurso que tanto poderá vergar as bases e os cidadãos ingleses ao peso dos argumentos de Blair, como cavar ainda mais um fosso entre ele e quem o apoia ou apoiou.
Gostava de o ouvir. É, como ouvi esta manhã, um dos discursos mais importantes da vida política de Tony Blair.
Ágil no discurso, emotivo nas frases e inteligente na interpretação dos desejos do cidadão comum, o líder dos trabalhistas, impõs um estilo próprio, consubstanciado na famosa terceira via, e com frutos visíveis nos índices de popularidade.
Contudo, a participação da Inglaterra na guerra do Iraque, e a sua aliança com os Estados Unidos, foram decisões cada vez mais criticadas por enormes franjas do eleitorado.
É um Blair condicionado por tudo isto e por algum cansaço que o poder provoca, que irá subir, hoje, ao palanque do congresso trabalhista.
Muitos anunciam a sua morte política. Outros pensarão que é uma questão de tempo.
Cabe a Tony Blair decidir, através da sua prestação, quais destes opinion makers terá razão.
PORTUGAL PARADO???

No preciso momento em que vos escrevo este post, estou frente a frente com a edição do Público de hoje, dia 30 de Setembro.
Um pequeno quarto de página, anuncia que amanhã se irá realizar um colóquio, organizado pelo PS, sobre a ciência e o ensino superior. Até aqui tudo normal.
Mas a frase que se destaca (não queremos Portugal parado) não me sai da cabeça. Será que li bem?
Li e confirmo novamente. Está lá tudo. É impossível. Como é que se pode chegar a tanto???
Será que o PS não terá um pouco de vergonha? Quando é que irá assumir que se não tivesse sido posto na rua pelos portugueses, Portugal não só estaria parado como estaria falido?
Que desplante. É preciso ter lata...

segunda-feira, setembro 29, 2003

O CONGRESSO POPULAR

Acabou o XIX Congresso do Partido Popular.
Não me irei alongar sobre conclusões políticas, pois mais do que interpretar as intenções expressas em Matosinhos, terá de ser o próprio CDS-PP, a mostrar no terreno que pode e deve, passar das palavras aos actos e, assim, cumprir os objectivos propostos nesta reunião magna.
Faço votos para que os cumpra. É um partido necessário na democracia portuguesa, com história e excelentes quadros.
Mas o que interessa aqui realçar, foi uma frase, proferida pelo Dr. Paulo Portas, relativa ao Dr. Mário Soares e, porque não, extensível a uma certa esquerda trauliteira, incapaz de cumprir na prática os desígnios de liberdade, conquistas tão nobres que gostam de apregoar quando lhes dá jeito, mas que frequentemente se esquecem de pôr em prática.
"Este foi o congresso onde se fez política e se provou que podemos discordar com educação e mostrar outros pontos de vista, sem recurso a críticas pessoais e ofensivas".
É o que se chama uma excelente bofetada de luva branca. E se é certo que em relação ao Dr. Mário Soares, talvez porque a idade já não perdoe e educação não faça parte do seu curriculum, pouco possa adiantar, serve directamente para todos os partidos da esquerda parlamentar.
Registe-se ainda a deselegância do PCP e do Bloco de Esquerda que, mesmo sendo convidados, não compareceram no congresso.
Faço votos para que estes ainda possam aprender a viver em democracia.

domingo, setembro 28, 2003

CONGRESSO DO CDS-PP

Não vou ainda falar do conteúdo. Teremos que aguardar pelo fim do referido congresso para podermos tirar algumas conclusões. Por isso, o que quero realçar aqui é o estilo inovador como o congresso está montado, lembrando exemplos americanos, e rompendo com o que até aqui era dominante. O efeito modernizador merece sempre um vivo aplauso.

quinta-feira, setembro 18, 2003

SERÁ QUE ISTO FOI DISCUTIDO NA FESTA DO AVANTE???

Li na edição do Público de hoje o seguinte:

" Passam hoje seis meses sobre a condenação em Cuba de 75 opositores a pesadas penas de prisão. Apesar dos protestos da comunidade internacional e das organizações internacionais, a situação dos detidos pouco ou nada se alterou. Seis deles entraram mesmo em greve da fome.

As sentenças foram anunciadas no dia 18 de Abril poucas semanas depois da maior vaga de prisões em várias décadas na ilha e na sequência de julgamentos sumaríssimos. Os arguidos iam acusados de conluio com uma "potência estrangeira" contra o Estado. Os julgadores consideraram-nos a todos culpados, infligindo-lhes penas num total de 1475 anos de prisão.

Os condenados, jornalistas, escritores e militantes dos direitos humanos, e dissidentes em geral, foram depois espalhados por vários centros penais, frequentemente muito distantes das suas casas, entre os 460 e os 900 quilómetros, proibindo-lhes ao mesmo tempo mais de uma visita em cada três meses. "Tão pouco..." - lamenta-se Blanca Reyes, mulher de um dos condenados, Raúl Rivero.

A comunidade internacional protestou, incluindo alguns países, como o Canadá, que vinham mantendo pontes políticas e económicas com o regime cubano; a União Europeia reduziu ao mínimo as suas relações com a ilha; a Amnistia Internacional adoptou os sentenciados como prisioneiros de consciência e pediu a sua libertação "imediata" e "incondicional"; mas Havana nunca recuou nem nas condenações nem na situação dos condenados, tão más, segundo as famílias, que seis deles, os jornalistas independentes Manuel Vázquez Portal, Normando Hernández e Juan Carlos Herrera Acosta, e os opositores Nelson Aguiar Próspero Gaínza e Antonio Augusto Villarreal, com penas entre os 14 e os 25 anos, iniciaram no dia 1 de Setembro uma greve de fome.

"Estão todos submetidos a altíssimas temperaturas e pragas de insectos, não têm água corrente e a que recebem não é potável; os alimentos que lhes dão são insuficientes e muitas vezes em mau estado", lê-se numa carta dirigida por duas dezenas de mulheres, mães e filhas dos dissidentes dirigida há duas semanas ao ministro do Interior, general Abelardo Colomé Ibarra, solicitando-lhe uma mudança das "condições subhumanas de reclusão".

Há quatro meses, a mulher de Vázquez Portal conseguiu retirar da cadeia e divulgar excertos de um diário que o marido andava a escrever. "A cela tem um metro e meio de largura por três de comprimento. A porta é de grades, semicoberta por uma placa de aço. A janela é de grades (...) A cadeia está infestada de ratos, escorpiões, baratas e outros bichos. A comida é difícil de descrever: inclui soja, água com açúcar e uma pasta branca feita de farinha de trigo e outras substâncias irreconhecíveis", diz a dado passo."

Ainda há por aí alguém capaz de defender o "modelo democrático" que Cuba inspira?

quarta-feira, setembro 17, 2003

UMA COLIGAÇÃO...

Há pessoas que confundem a liberdade com excesso de linguagem. Estas palavras são necessárias para contextualizar algumas frases que tenho lido em diversos locais.
Uma coligação partidária é, ou deveria ser, constituída por três pilares fundamentais: Confiança, Tolerância e Serenidade.
Quando a maioria dos militantes dos referidos partidos, entenderam que esta seria a melhor forma de governar um país, os que possivelmente não partilharam este ponto de vista, podem discordar, mas não devem tentar disvirtuar o processo, fazendo um certo contravapor, com declarações pouco simpáticas.
Creio, por isso, ser lamentável, a troca de galhardetes entre Pacheco Pereira e elementos do CDS-PP, assim como, outros comentários, escritos por terceiros e que alinharam pela mesma bitola.
Eles falam. O PS ganha mais um palmo de terreno!
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